quinta-feira, 29 de abril de 2010

Daqui a uma semana vai aparecer informação nova...
Sobre o 25 de Abril!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Consequências da 1º G.M



Consequências da Primeira Guerra Mundial 65 milhões de soldados foram mobilizados para o combate, jovens comuns, pois as elites não participavam da parte suja da guerra; 9 milhões de mortos e cerca de 20 milhões de feridos; Três impérios caíram: Alemão, Austro-Húngaro e Turco-Otomano; Novas superpotências surgiram: EUA e Japão; A Rússia realizou a Revolução Socialista (marco histórico); O mundo vive uma revolução tecnológica para a guerra: trens mais velozes, navios, submarinos, aviões, armas mais potentes (quantidade de mortes por minuto)...; As mulheres ganharam mais espaço (Europa), já que os homens estavam nas batalhas. A substituição do trabalho masculino pelo feminino levou à reivindicação de direitos iguais pela classe feminina; A indústria bélica (que já vinha crescendo muito após a Revolução Industrial) deu um salto e acabou levando os países portadores de maior tecnologia a um desenvolvimento estimulado pelos conflitos armados. A Primeira Grande Guerra mudou o centro econômico do mundo, da Europa para a América do Norte; A Europa devastada pela guerra, abria espaço para ações socialistas vindas do proletariado, classe surgida com o desenvolvimento industrial e que tomou o poder na Rússia. O medo das elites em perder o poder para o povo e a depressão econômica pós-guerra levaram à formação de governos autoritários e ao surgimento do nazi-fascismo.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

1ª Guerra Mundial


A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerra das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.

A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.

No início da guerra (1914), a Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França fizeram-na firmar em 26 de Abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com excepção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protectorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colónias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritréia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos factores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial.

Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da Revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participavam na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino da guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.